5 razões pelas quais o ERP precisa da flexibilidade da nuvem

Elas são a melhor maneira de estar preparado para os novos requisitos de dados, segurança e emissão de relatórios que vêm com a Transformação Digital

No mundo digital em rápida evolução, a chave para o sucesso e sobrevivência é a capacidade de se adaptar rapidamente aos processos de negócios disruptivos e às mudanças nas necessidades dos negócios.

Embora as organizações possam ser capazes de adaptar sua estratégia e cultura, elas também precisam de seus sistemas para se adaptar a esses novos processos e exigências. Para isso, a necessidade de flexibilidade e resposta quase em tempo real do ERP aos processos de negócios em evolução é, sobretudo, essencial para o sucesso do sistema de gestão em uma organização.

Aqui estão cinco razões pelas quais o ERP precisa ser flexível:

1 -Configurações da nuvem híbrida As empresas devem estar preparadas para ampliar seus sistemas ERP com uma variedade de serviços em nuvem para tirar proveito das melhores capacidades e recursos adicionais. Elas também podem desejar ter um modelo de ERP de duas camadas em que executam mais de um sistema ERP, onde muitas vezes um ERP principal roda na matriz e outros serviços de gestão em nuvem operam nas subsidiárias.

As empresas devem ter a flexibilidade necessária para criar fluxos de trabalho eficientes e transparentes em vários sistemas ERP, serviços complementares e diferentes aplicativos, incluindo CRM, WMS e PLM – independentemente de estarem locais ou na nuvem.

2 – Mudanças nos modelos de negócios As empresas não deveriam limitar a maneira como seus produtos e serviços são oferecidos porque o seu sistema é inflexível. Por exemplo, com a crescente demanda por serviços de assinatura, as companhias de seguros estão fornecendo cobertura de seguros para jovens condutores por dia e fabricantes de motores a jato estão vendendo tempo de vôo ao invés dos próprios motores. Um sistema ERP inflexível que não suporta práticas empresariais dinâmicas, como novos modelos de receitas e métodos de depreciação, pode ser um sério inibidor de mudanças positivas. Nenhuma empresa quer ficar limitada a modelos de negócios desatualizados por causa de seu sistema ERP.

3 – Mobilidade A capacidade de executar funções de negócios diárias em qualquer lugar, incluindo aprovação de pedidos de compra, assinatura de contratos e visualização de níveis de estoque aumenta consideravelmente a eficiência do negócio. As aplicações de ERP móveis beneficiam a todos, desde vendedores a trabalhadores nos estoques, até os CEOs, estes querendo acesso imediato a relatórios financeiros. As empresas devem estar preparadas para mobilizar dados e processos de gestão que são prioritários, atualizar dados baseados em transações em tempo real e suportar casos de uso offline.

4 – Segurança dos dados Uma segurança frágil no ERP pode levar à perda de ativos e comprometer a privacidade dos dados. A proteção dos dados do ERP também precisa levar em conta a possibilidade de integração com nuvens e ferramentas públicas. Para que os dados sensíveis sejam protegidos, os sistemas ERP precisam de integrações seguras e consistentes para sistemas de back-end e relatórios.

5 – Tsunami de dados da IoT As empresas que desejam otimizar os dados dos sistemas da Internet das Coisas para manutenção e análise preditiva, e fabricação otimizada podem ser inundadas com enormes volumes de dados provenientes de sensores da IoT. Os sistemas ERP devem, portanto, conectar os dados dos dispositivos com dados de negócios e serem capazes de processar, analisar e mostrar todos esses dados em tempo real. A elasticidade com a capacidade de escalar rapidamente se tornará cada vez mais essencial à medida que mais e mais processos de negócios do ERP estejam orientados a dados.

Dado o tamanho e complexidades do ERP, e a introdução de novas tecnologias como parte da Transformação Digital, há sempre a necessidade de modificar e expandir sistemas de gestão. Planejar com antecedência para incluir a flexibilidade necessária e usar soluções totalmente interoperáveis é a melhor maneira de estar preparado para os novos requisitos de dados, segurança e emissão de relatórios que vêm com a Transformação Digital.

Fonte: Digital Network

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Trabalho remoto: a importância da empresa estar preparada

Ao contrário do que muita gente pode pensar, a flexibilização das relações de trabalho traz sim uma quantidade enorme de benefícios para as empresas. O problema é que esses benefícios nem sempre são dimensionados adequadamente devido aos mitos contados por aí. Um deles atinge diretamente o trabalho remoto, cada vez mais presente no mercado de trabalho.

Por mais que não ter o funcionário 100% presente na empresa costume gerar algumas inseguranças, quem adota essa prática sabe muito bem o quanto ela é benéfica para os negócios. Seja você defensor da ideia ou não, uma coisa é certa: é importante que saiba como essa tendência vem se expandindo e qual a importância de sua empresa estar pronta para ela. Acompanhe e descubra!

O crescimento do trabalho remoto

A adoção do trabalho remoto é tendência mundial. Sabia que os Estados Unidos, a Alemanha e o Reino Unido são líderes na quantidade de profissionais trabalhando em home office? No Brasil, porém, apenas 36% das empresas usam o trabalho remoto, sendo que 65% delas são de capital estrangeiro — o que pode justificar a implementação da prática.

Como curiosidade, podemos ainda citar que 73% das empresas que oferecem esse tipo de benefício estão localizadas no estado de São Paulo e que, do total de empresas que investem em home office, 45% delas oferecem o benefício a todos os funcionários, enquanto 36% apenas para alguns cargos — como TI, vendas e gerências. 41% praticam o trabalho remoto integralmente, com os funcionários não precisando comparecer à empresa durante toda a semana! O que acha de tudo isso?

A adoção do home office pelas empresas

A motivação para que o trabalho remoto seja cada vez mais usado pelas empresas está diretamente atrelada às facilidades que a tecnologia traz. Atualmente, é possível desenvolver projetos em colaboração na nuvem, fazer apontamento de horas por meio de aplicativos e acessar sistemas de gestão somente com acesso à internet. Nenhuma dessas ferramentas era tão acessível há 10 anos, tampouco a legislação trabalhista permitia tal flexibilidade.

Apesar de ainda precisarmos que evoluir bastante na formalização desse tipo de relação trabalhista, a verdade é que hoje temos os meios para adaptar as atividades da empresa a formas mais versáteis de obter um trabalho profissional. Mas não se trata apenas de dinamizar as relações de trabalho! As empresas que adotam o home office obtêm diversas vantagens, como você verá a partir de agora:

Redução de custos

Quando uma empresa trabalha em regime 100% remoto, não precisa mais arcar com locais amplos, repletos de mesas, computadores e telefones, por exemplo. Usando o home office apenas em período parcial, a empresa economiza em energia elétrica, água, telefonia, limpeza e outras despesas fixas que oneram o caixa e não trazem benefícios diretos ao empreendimento. Em outras palavras: redução de custos é uma das grandes vantagens do trabalho remoto.

Aumento de produtividade

Seja pela longa jornada no transporte coletivo ou pela demora no trânsito, funcionários que levam muito tempo para se deslocar de casa para o trabalho tendem a desenvolver um nível altíssimo de estresse. Já pensou que esse tempo agora perdido pode ser revertido em mais horas de sono, maior tranquilidade para trabalhar e menos preocupações com horários de entrada e saída? Mais relaxado, o funcionário aumenta sua produtividade e eficiência, sem contar que se compromete mais com suas atividades.

Qualidade de vida

Fala-se muito em qualidade de vida no trabalho, mas poucas empresas conseguem efetivamente oferecer um ambiente laboral atrativo para seus profissionais. Por mais que tenham à disposição salas de descompressão emocional, salão de jogos e outros benefícios, é fato: pessoas sentem falta de um tempo realmente dedicado a elas e às suas necessidades. Ao oferecer a possibilidade de trabalho remoto, a empresa abre espaço para que essas necessidades sejam atendidas, mudando a perspectiva da produtividade do trabalhador. Em vez de cumprir horas, ele cumpre metas, o que influencia também nos resultados operacionais.

Retenção de talentos

Oferecer a opção de trabalho remoto é uma forma de valorizar seu time, demonstrando confiança e despertando autonomia. O profissional sente que a empresa está dando uma oportunidade e se compromete com os resultados, tornando-se uma pessoa mais engajada com o negócio. Diante de uma oferta de trabalho em outra empresa, por exemplo, ele pensará 2 vezes antes de perder tal benefício.

A preparação para o trabalho remoto

Que tal ser mais um caso de sucesso com o home office? A partir daqui, trazemos algumas dicas para que você possa preparar sua empresa para essa nova tendência. Veja!

Invista em tecnologia

Como você deve ter percebido, o que possibilita que as pessoas trabalhem a partir de casa é a tecnologia. Sendo assim, se você pretende adotar o home office como prática na sua empresa, precisa fornecer as ferramentas adequadas ao time.

Comece por adotar um sistema de gestão na nuvem. Como ele é sua central de inteligência, deve poder ser acessado por qualquer pessoa, em qualquer lugar. Em seguida, parta para uma solução de armazenamento em nuvem, permitindo que todos os documentos da empresa fiquem acessíveis para quem estiver trabalhando em home office. O passo seguinte é ter uma ferramenta de colaboração que permita o desenvolvimento de projetos e ideias em equipe, tudo on-line. Complemente com aplicativos para videoconferência, controle de horas trabalhadas e servidores de e-mail consistentes.

Eduque seus funcionários

Trabalhar remotamente é o desejo de muitas pessoas, mas deve haver um compromisso com os resultados da empresa. Se o funcionário não souber organizar seu tempo e suas atividades, as distrações do dia a dia podem sim tirar a concentração do trabalho e acabar afetando a produtividade. O que você pode fazer é treinar sua equipe. Ofereça capacitações para ajudá-los a se organizar e crie um blog corporativo para compartilhar ideias a respeito, falando sobre organização do local de trabalho, infraestrutura necessária e atitudes a serem desenvolvidas.

Tenha um suporte de qualidade

Se o sistema cair, a internet falhar e a videoconferência não sair, sua equipe precisa de ajuda imediata. Estando dentro da empresa, fica fácil acionar o pessoal da TI, mas se os funcionários estão em home office, esse processo precisa de um maior cuidado. Tenha um help desk que possa ser acessado via telefone, videoconferência, chat ou aplicativo. Assim, sempre que um colaborador tiver dificuldades, deve acessar esse suporte rapidamente para não perder tempo e produtividade.

Viu como não é tão difícil adotar o trabalho remoto? E viu também que a principal solução de que você precisa se chama cloud computing? Então que tal conferir as vantagens dela agora mesmo?

Fonte: SONDA

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Entidades de TI comemoram aprovação do projeto que libera terceirização

Assespro-SP e ABES defendem que medida impulsionará geração de empregos. Para oposição, terceirização precariza relações de trabalho.

Entidades que representam empresas de Tecnologia da Informação no Brasil, usuárias intensivas de profissionais terceirizados para a produção de software e código sob demanda, comemoram a aprovação Projeto de Lei (PL) 4.302/1998 que libera a terceirização das atividades-fim em empresas.

O texto aprovado na noite de quarta-feira (22) pelo Congresso e que agora vai à sanção do presidente Michel Temer, autoriza o trabalho terceirizado em todas as atividades das empresas e várias atividades do Estado. O PL foi aprovado por 231 votos a favor e 188 votos contrários, oito deputados se abstiveram.

O PL deverá afetar as atividades de tecnologia. A Assespro-SP (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) tem apoiado o modelo de contratação, defendendo que se alinha com a forma que o próprio setor de TI opera.

“A partir do momento que o empresariado tem essa opção a mais, que é poder contratar serviços terceirizados para a sua atividade-fim, isso facilitará o setor a aumentar sua cadeia produtiva”, defende Eduardo Nistal, presidente da Assespro-SP. 

Na visão da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), a regulamentação também beneficiaria o setor de tecnologia no País. 

“A terceirização é um fato. Ela já existe e está enraizada, em alguns ramos mais e outros menos. Mas como existia uma divergência de interpretação em relação ao que é considerada atividade meio e as chamadas atividades-fim, isso gerava uma infinidade de conflitos. A regulamentação vem para reduzir esses conflitos, uma vez que autoriza legalmente que empresas terceirizam sua operação”, explica o diretor Jurídico da entidade, Dr. Manoel Antônio dos Santos.

A legislação atual veda a terceirização da atividade-fim (aquela para a qual a empresa foi criada) e prevê que a prática possa ser adotada em serviços que se enquadrarem como atividade-meio, ou seja, aquelas funções que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa.

Deputados da oposição e sindicatos criticam a medida, dizendo que ela fragiliza e precariza as relações de trabalho e achata os salários. O que se critica aqui é que o projeto gera mais insegurança jurídica no mercado de trabalho e o receio é que ocorrerá uma substituição de contratos indeterminados por temporários.

Nistal rebate e diz que a medida tende a beneficiar o mercado como um todo, uma vez que, segundo ele, abre a possibilidade do empresariado aumentar a sua produtividade e logo, a oferta de empregos. 

“Eu não tenho dúvida que, em seis meses, quando começar a refletir os primeiros efeitos [da aprovação da terceirização] que os postos de trabalho vão aumentar”, ressalta. “A oposição defende que a terceirização vai acabar com o modelo CLT. Mas eu penso que é um modelo complementar, acho que agora fica mais democrático. Tanto o contratante quanto o contratado podem negociar isso, se a melhor forma de efetivar o serviço é no formato CLT ou terceirização. Ainda mais no setor de TI, onde os profissionais tem condições de negociar isso”, complementa o presidente da Assespro-SP. 

Já Santos, da ABES, acredita que a própria concorrência tratará de prevenir a precarização dos contratos e contratados.

“A concorrência por bons profissionais do mercado vai ser o fator que define a precarização. Estamos em um país de livre iniciativa, concorrência e contratação. O mercado é muito grande. Se você quiser contratar um especialista, eu vou ter que disputá-lo com uma empresa grande, com uma pequena. E para que eu consiga isso, eu vou ter que oferecer uma remuneração estimulante, benefícios, a mesma realidade que rege as atividades-fim”, pontua.

Sobre possíveis efeitos colaterais da terceirização, Nistal reconhece que algumas empresas podem se beneficiar do novo modelo para retenção de custos, mas acredita que será “um porcentual pequeno”. “Acredito que a maioria usará para aumentar o seu quadro produtivo”.

Entenda o PL que autoriza a terceirização

O Projeto de Lei (PL) 4.302/1998 estabelece a responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação aos terceirizados. Significa que a contratante é responsável por obrigações trabalhistas referentes ao período do trabalho temporário, incluindo o recolhimento das contribuições previdenciárias. A redação anterior da Câmara previa a responsabilidade solidária.

Segundo a Agência Câmara, na responsabilidade subsidiária, os bens da empresa contratante somente poderão ser penhorados pela Justiça se não houver mais bens da fornecedora de terceirizados para o pagamento da condenação relativa a direitos não pagos. Na solidária, isso pode ocorrer simultaneamente. Contratante e terceirizada respondem ao mesmo tempo com seus bens para o pagamento da causa trabalhista.

Em relação ao contrato entre as empresas (tomadora e prestadora), o texto do Senado mantém como cláusulas o prazo e o valor do contrato; acrescenta necessidade de versar sobre a segurança e a saúde do trabalhador; e retira o valor da remuneração dos trabalhadores e as previsões de uma forma de fiscalização do pagamento de obrigações trabalhistas e previdenciárias e de multa pelo descumprimento dessas obrigações.

Já as obrigações previdenciárias deverão seguir a regra estipulada na Lei 8.212/91, que prevê o recolhimento de 11% da fatura de serviços de cessão de mão de obra a título de contribuição previdenciária patronal. Esse recolhimento é feito pela empresa contratante e descontado do valor a pagar à empresa de terceirização.

Na prática, a empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores. E a empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.

Foi aprovado também o parecer que exclui do texto a anistia para as empresas – tanto contratantes quanto de terceirização – relativa a multas e penalidades impostas com base na legislação modificada e não compatível com a nova lei.

E o dispositivo que permite à empresa de terceirização subcontratar outras empresas para realizar serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho a ser realizado por seus trabalhadores nas dependências da contratante. Esse artifício é apelidado de “quarteirização”.

Procurado pela redação do IDG Now!, o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (SindPD) informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que ainda não possuía um posicionamento oficial sobre o tema até o fechamento desta matéria.

Fonte: Digital Network

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7 benefícios na utilização de videoconferências.

É cada vez maior o número de empresas em todo o Brasil que vem empregando a solução de videoconferência para aprofundar a integração tanto entre funcionários como entre clientes. Trata-se de uma tecnologia amplamente disponível nos dias de hoje, que demanda um investimento muito em conta e tem interfaces extremamente fáceis de usar. Pode acreditar: investindo em uma solução de videoconferência eficiente e segura, você logo se perguntará por que não fez essa escolha antes.

Quer saber como exatamente essa tecnologia pode facilitar seus negócios? Pois para saber mais sobre o assunto, confira já os maiores benefícios que uma empresa obtém ao adotar uma solução de videoconferência!

1. Redução de custos com viagens

A adoção de uma solução de videoconferência confiável e fácil de usar proporciona aos usuários uma conexão (frequente e face a face) com colaboradores e clientes remotos, reduzindo drasticamente o desperdício de recursos com viagens. Nesse quesito, as vantagens são mais que evidentes, não concorda? Então vamos para o próximo benefício.

2. Aumento da produtividade

Em relação aos fluxos de trabalho, a colaboração em vídeo pode diminuir consideravelmente o tempo gasto nas tarefas do dia a dia. Isso acontece devido à capacidade de interação em tempo real, que permite aos participantes resolver problemas, tirar dúvidas, fazer reuniões ou simplesmente trocar ideias sem sequer saírem de suas mesas. Evita-se, assim, o desgaste e a perda de tempo causados por infindáveis trocas de e-mails ou longas chamadas telefônicas.

Com a solução de videoconferência otimizando o trabalho do dia a dia empresarial, consequentemente ajuda a aumentar a produtividade dos colaboradores. Isso sem contar que ainda reduz o estresse causado pelas viagens de negócio e aumenta o tempo livre dos funcionários para que se dediquem a tarefas mais estratégicas.

3. Melhoria na comunicação

A colaboração em vídeo ajuda os gestores empresariais e CEOs a se aproximarem dos diferentes departamentos do negócio, podendo assim compartilhar sua visão e suas expectativas com todos, bem como comunicar novos valores, atualizar as prioridades globais e oferecer suporte em tempos difíceis.

A verdade é que, por afetar os resultados empresariais mais que outras formas de comunicação, estabelecer contato em tempo real é muito importante para o sucesso de qualquer negócio. Pense bem: especialmente em empresas com funções altamente distribuídas, não costuma ser possível simplesmente levar todos para um auditório.

Além do mais, uma solução de videoconferência ainda estende os contatos para além da empresa, fortalecendo relacionamentos com parceiros, clientes e acionistas. E isso tudo é feito sem ambiguidades ou interpretações inadequadas, uma vez que o vídeo permite que os interlocutores leiam melhor as reações uns dos outros. Com a transparência na comunicação, esse recurso melhora, portanto, a qualidade da tomada de decisões.

4. Abertura para a inovação

A solução de videoconferência também traz rapidez para o processo de inovação e para a maneira como a empresa atua no mercado. A capacidade de reduzir o tempo de comunicação, bem como de aumentar a rotação de documentos no encaminhamento de tarefas pode diminuir sensivelmente o tempo gasto nas fases de desenvolvimento dos produtos.

Geralmente, a inovação surge como resultado de sessões intensivas de brainstorming, com os colaboradores entrando em uma sala para só saírem de lá com uma boa solução nas mãos. Contar com um recurso em vídeo que replique essa sensação de trabalhar na mesma sala abre espaço para a inovação ao permitir a conjunção de talentos globais, atraindo conhecimentos de qualquer lugar do mundo.

5. Ampliação de mercados

Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental poder dispor de opções de expansão e ferramentas adaptáveis a qualquer oportunidade de negócio que se mostre relevante para a empresa. Sendo assim, a solução de videoconferências não só pode como deve ser implementada para fornecer novos modelos de prestação de serviços com a capacidade de gerar envolvimento por parte dos clientes.

Dotar sua empresa com a vantagem competitiva de oferecer serviços altamente personalizados, com interação em tempo real, cara a cara: já parou para pensar que esse pode ser justamente o elemento que faltava para seu negócio virar a mesa de uma vez por todas?

6. Estímulo ao conhecimento

Outro benefício de usar uma solução de videoconferência é a possibilidade de gravar e arquivar reuniões, conversas ou o compartilhamento de melhores práticas, podendo assim rever esse material a qualquer momento.

As gravações de encontros ou outros eventos podem inclusive ser aproveitadas como ferramentas de treinamento. Também são úteis para que as pessoas que não puderam comparecer se atualizem sobre o que aconteceu, diminuindo consideravelmente as falhas na comunicação e evitando confusões quanto às decisões tomadas, à atribuição de responsabilidades e muito mais.

Normalmente, para descobrir o que aconteceu em uma reunião, o ausente precisa perguntar sobre os acontecimentos a alguém que estava lá, tendo que confiar nas impressões que essa pessoa transmite. Na prática, se perguntar para 2 pessoas sobre uma mesma reunião, não é nada impossível que cada uma repasse um conteúdo diferente. A gravação do vídeo não deixa esse tipo de situação acontecer.

A aprendizagem e o desenvolvimento orientados por vídeo melhoram o engajamento, a moral e o alinhamento dos funcionários, o que, por sua vez, pode levar ao aumento da produtividade e a uma maior memorização dos conteúdos. A comunicação por esse meio também oferece uma forma mais imediata de compartilhamento, o que pode ser especialmente útil em mercados muito complexos ou dinâmicos.

7. Atendimento ao cliente

Além de tudo o que já vimos até aqui, a colaboração em vídeo ainda é uma ferramenta poderosa para trabalhar com clientes e atender mais rapidamente a suas expectativas. Não tem como superar: a capacidade de se comunicar com o público face a face em qualquer parte do mundo oferece experiências inigualáveis.

Para que você tenha uma ideia, as empresas brasileiras perderam, só no ano passado, mais de 200 bilhões de dólares por atenderem mal seus clientes. Imagine agora o benefício que seu negócio terá ao oferecer aos clientes, via solução de videoconferência, uma pessoa real para ouvi-los. Com isso, desenvolverá um relacionamento de confiança com a audiência, demonstrando que a marca se importa e está disposta a resolver suas necessidades.

Fonte: SONDA

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7 coisas que você precisa parar de fazer online.

No começo, a internet não era o lugar mais amigável para usuários. Eles precisavam de tecnologia avançada para ficar online, e a conexão ocorria por meio de conexão discada. Entre esses pioneiros online e os outros poucos usuários da internet, o comportamento no que diz respeito à segurança não era foco.

Hoje, vivemos o mundo do WiFi e das mídias sociais. A conexão é tão fácil que crianças podem navegar pela rede em um tablet; bisavós podem ficar online em qualquer lugar. Podemos comprar, vender, fazer transações bancárias, trabalhar, e socializar online -mas o ecossistema está repleto de malfeitores.

Sempre falamos a respeito de sermos mais cuidadosos, mas nunca foi tão fácil ser descuidado.

Tendo isso em mente, aqui vão sete coisas que são comportamentos comuns e perigosos aos quais estamos expostos todos os dias, coisas que devemos parar de fazer imediatamente. Uma lista do que não fazer.

1.Confiar em Wi-Fi aberto
Redes de WiFi de uma maneira geral representam risco, começando com a confiança depositada na legitimidade dela. Por exemplo, criminosos podem criar um ponto de acesso Wi-Fi e nomeá-lo de maneira plausível como “Wi-Fi aberto McDonalds” ou “Hotel Guest 3.”

Digamos que você garantiu que uma rede aberta de WiFi é o que parece. Isso não quer dizer que criminosos não estejam espionando a rede. Se você precisa usá-la, faça da maneira mais segura possível: evite acessar sites que requeiram inserção de informações de login, assim como não faça qualquer transação financeira. Nada de banco, ou compras. Se possível, use VPN.

2. Escolher senhas simples
Nomes de animais de estimação, aniversários, nomes de familiares, e coisa do gênero caracterizam as piores senhas possíveis. No lugar disso, tente usar opções difíceis de adivinhar, e use nosso password checker como ferramenta para construir senhas mais complexas.

A boa notícia é que uma senha confiável não precisa ser algo como ML)k[V/u,p%mA+5m – algo completamente aleatório do qual você nunca lembrará. Experimente técnicas de criação de senhas fortes e fáceis de memorizar.

3. Reusar senhas
Você finalmente achou uma senha incrível. Forte como um touro. Fácil de lembrar, difícil de descobrir. Adivinhe? Não pare por aí, você precisará de mais senhas. Porque mesmo que diminua a chance de um hacker adivinhar sua senha, a chance de suas informações serem comprometidas em um hack de base de dados ainda existe.  E se uma única senha abre seu e-mail, conta de banco, Amazon, Facebook… bem, você entendeu.

4. Clicar em links recebidos por e-mail
Quem imaginou que enviar links por e-mails era uma boa ideia? Bem, muita gente – incluindo criminosos. Clicar em um link de spam ou phishing pode levá-lo automaticamente para um site que baixará um malware para seu computador ou para um site que pode até parecer familiar, mas irá roubar sua senha. Clicar, na melhor das hipóteses, enviará uma confirmação aos criminosos, que deixará claro que encontraram uma vítima.

Bônus: pare de clicar em links voltados para a geração de likes. Sabe aqueles – curta e compartilhe para ganhar um iPhone! Curta se você acha que é errado torturar animais! Na melhor das hipóteses, você não ganhará nada, mas não é exagero dizer que estará ajudando criminosos a validarem suas práticas, e há sempre o risco de ser impelido ao instalar algum malware (caso no qual podemos ajudar, mas melhor evitar o malware para começo de conversa).

5. Fornecer informações de login a qualquer um
A única forma de ter certeza de que ninguém mal-intencionado malicioso – ou sem noção – tenha suas informações é mantê-las para si.

6. Avisar a Internet inteira que você estará viajando
“Na praia por duas semanas – inveja? ” “Indo para o México de mañana!” “Alguém pode cuidar do Rex enquanto fico fora por duas semanas? ” E fotos com geolocalização que mostrem o local onde foram tiradas? Mantenha essa informação apenas entre os amigos confiáveis – especialmente, em mídias como o Facebook que exibem sua cidade de residência.

7. Aceitar as configurações de privacidade padrão de redes sociais
As mídias sociais fornecem grande controle sobre o volume de informações que você transmite – para o público e para suas conexões, para terceiros, e por aí vai. Mas talvez você queira investigar melhor e acabe descobrindo que essas configurações podem mudar (ops Facebook), com certa frequência. Antes de registrar uma nova conta, tire cinco minutos para dar uma boa olhada nas suas configurações de privacidade. Para contas já existentes, deixe de lado alguns minutos para confirmar se você está compartilhando suas informações apenas com quem você quer.

Então, antes de postar algo para seus amigos no Facebook, seus seguidores no Twitter, suas conexões no LinkedIn, ou seja, lá para quem mais você queira transmitir, pense um pouco só para ter certeza de que você não está enviando a estranhos informações que possam ajudá-los a se passar por você ou prejudicá-lo de alguma forma.

Lembre-se que na maioria das vezes vale a pena se manter alerta – e desconfiado – com sua vida eletrônica. Serviços online de provedores de WiFi até bancos e redes sociais buscam fazer com que o usuário se sinta confortável, mas para criminosos online, essa inércia é uma oportunidade de fazer dinheiro. Então, está pronto para ficar atento online?

Referência: Kaspersky

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7 dicas para redução de custos em TI.

Desde a captação dos clientes até o fechamento de vendas, passando por melhorias na gestão interna e aumento da produtividade, as soluções de Tecnologia da Informação (TI) vêm transformando o mundo dos negócios. No entanto, é preciso ter cuidado com os recursos alocados na TI para que o investimento não acabe se transformando em simples despesa ou, na pior das hipóteses, até em prejuízo.

Para ajudá-lo nessa tarefa, listamos aqui algumas dicas matadoras para sua empresa fazer uma redução de custos em TI responsável, que não prejudique sua infraestrutura tecnológica e, ao mesmo tempo, aumente sua lucratividade. Quer descobrir como isso é possível? Continue lendo!

1. Reveja suas licenças

Muitos dos recursos alocados em TI são usados para o pagamento de licenças de softwares — são antivírus, editores de textos e planilhas, programas de gerenciamento empresarial e assim por diante. Em geral, tudo isso demanda um custo anual para continuar funcionando. Mas você já parou para avaliar quais desses programas você realmente usa?

Se por acaso perceber que tem programas subutilizados, pare de usá-los! Também procure alternativas mais baratas ou até gratuitas para os softwares que você usa. Alguns programas (como editores de texto) possuem similares oferecidos por empresas de software aberto que são tão (ou até mais) eficientes quanto os tradicionais.

2. Aproveite a nuvem

Cloud computing é o termo da moda na TI. E sua fama é mais que justiçada: serviços hospedados na nuvem são baratos, ágeis e cada vez mais seguros. Hoje, é possível transferir e guardar arquivos, coordenar equipes e até mesmo criar projetos inteiros diretamente na internet.

Os serviços na nuvem também não apresentam custos de manutenção, não precisam ser atualizados manualmente e ainda trazem ganhos operacionais. Imagine poder acessar todas as informações necessárias para a tomada de decisões da sua empresa por meio de um simples celular? Isso significa nada de despesas com deslocamentos nem perda de tempo!

Além disso, os serviços na nuvem são escalonáveis, adaptando-se ao tamanho da demanda do seu negócio. Assim, empresas menores têm menos custos, enquanto aquelas que movimentam mais dados têm uma despesa proporcional a seu porte.

3. Virtualize seus servidores

Para quem não é da área de TI, pensar em servidores traz à tona a lembrança daqueles computadores enormes e barulhentos, que precisam ser refrigerados o tempo todo e de onde saem milhares de fios. No entanto, esses equipamentos eram extremamente importantes para gerenciar as máquinas da empresa, além de garantir a integridade dos dados.

Hoje em dia, essa imagem de casa de máquinas está fadada à extinção. Os servidores atuais podem ser virtualizados, o que significa que uma única máquina consegue fazer o serviço de vários servidores antigos — assim como um computador tradicional executa diferentes programas ao mesmo tempo.

Assim, a manutenção dessa TI centralizada fica mais barata, com os custos voltados à preservação do equipamento físico e sua refrigeração despencando cada vez mais. E ainda há uma otimização dos espaços físicos da sua empresa. Tudo isso para dizer que, sim, virtualizar servidores é uma excelente ideia para a redução de custos em TI!

4. Aposte na videoconferência

As videoconferências já são uma realidade. É cada vez mais comum a realização de reuniões com pessoas localizadas em diferentes cidades, estados ou mesmo países. Além de reduzir custos com transporte e hospedagem, esse tipo de comunicação é naturalmente mais barato que a tradicional conferência por telefone, ainda oferecendo uma experiência mais completa.

Mas é possível fazer ainda mais com esse recurso! As soluções oferecidas passam não só pelo envio de som e vídeo, mas também de documentos, programas e apresentações em tempo real, bastando apenas ter uma estrutura adequada e conexão com a internet. Além disso, também é possível compartilhar sua área de trabalho do computador, seja com um colega ou mesmo um técnico de TI, que consegue resolver uma série de problemas por meio dessa conferência simples e rápida.

5. Considere o BYOD

Essa sigla vem do inglês Bring Your Own Device, que pode ser traduzida como traga seu próprio dispositivo. Isso significa que a empresa estimula seus funcionários a levar, de casa, equipamentos básicos de comunicação para serem usados no ambiente corporativo — como notebooks, tablets e smartphones.

A redução de custos, portanto, fica evidente: as despesas com a compra desse tipo de dispositivo deixam de ser responsabilidade da empresa. Embora econômica e prática, essa alternativa requer alguns cuidados, em especial em relação à segurança das informações passadas para os equipamentos dos colaboradores que, no fim do dia, saem da empresa.

Além disso, é preciso contar com uma política clara de custos. A empresa vai oferecer conexão com a internet banda larga ou 4G de forma irrestrita ou apenas no trabalho? O custo com a manutenção dos equipamentos é todo do empregado ou há um subsídio organizacional? São questões como essas que precisam ser levantadas e respondidas de forma clara para que todos saiam ganhando.

6. Aposte no SaaS

Mais uma sigla oriunda do inglês que você precisa conhecer: Software as a Service. Nessa modalidade, sua empresa não paga para comprar um programa de computador ou para garantir sua licença, mas sim para usar seus recursos. É como um aluguel: apenas aquilo que realmente será usado é efetivamente cobrado.

Outra vantagem do SaaS é que no seu preço já estão incluídos os serviços de treinamento, atualização e manutenção. Dessa forma, além de diminuir custos diretos, sua empresa ainda ganha agilidade na medida em que os SaaS, por serem bastante específicos, são mais simples de usar. Eles têm, portanto, uma curva de aprendizagem muito mais curta que os programas tradicionais.

7. Conte com parceiros qualificados

Trabalhar com recursos tecnológicos pode se transformar em uma enorme dor de cabeça para os gestores. Embora estejamos familiarizados com a tecnologia há bastante tempo, soluções corporativas ainda são um pouco complicadas para leigos e, portanto, exigem a assistência efetiva de profissionais.

Portanto, se você quer que a redução de custos em TI aconteça sem prejudicar seu negócio, procure parceiros confiáveis, que ofereçam preços adequados ao tamanho da sua empresa e que tenham um quadro de profissionais comprometidos para não só cuidar da manutenção diária da sua infraestrutura de TI mas, também, para sugerir novos serviços e soluções que sejam realmente eficazes e menos custosas para seu negócio.

Fonte: SONDA

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Tendências em Telecom: O que vem por aí em 2017

Áreas de atuação   ​A BR&M oferece um modelo de serviços, de Tecnologia da Informação, completo e de ponta a ponta, abrangendo CONSULTORIA, ASSESSORIA E TECNOLOGIA na implantação de Projetos de ERP e Business Intelligence.A maioria dos provedores de serviços rompeu com a mentalidade antiga e agora trabalha para criar visões que incluem novos fluxos de receita digital, diz estudo da Amdocs.

Além do investimento constante em melhorias tecnológicas, o caminho para a transformação digital exige que as operadoras se afastem do foco na venda de conectividade para a venda de plataformas ou experiências digitais que permitem o serviço, tanto para consumidores quanto para clientes B2B. Estas são também áreas menos expostas a restrições regulamentares, segundo o cenário para 2017 traçado pela Amdocs, empresa  especializada no desenvolvimento de software para experiência ao cliente usados por operadoras telecomunicações, entretenimento e serviços de mídia em todo o mundo.

Confira outras tendências apontadas pela Amdocs para o mercado de telecom este ano. 

A competição para conquistar clientes com rapidez e convergência

A digitalização de serviços significa que diferentes tipos de conectividade e ofertas serão vendidos em pacotes e, enquanto atualmente esses pacotes concentram-se principalmente em serviços de comunicação e mídia, eles podem ser e provavelmente serão estendidos a outras indústrias, como varejo e energia.

Os provedores de serviços móveis que estão nos estágios finais de suas implantações de 4G estão verificando o crescimento de seus assinantes para essa tecnologia, o que está levando a um aumento no uso de dados e troca por planos de dados com preços mais altos. Esses provedores de serviços competirão agressivamente pela cobertura de rede 4G e pelos assinantes para continuar o ritmo de crescimento. A fim de manter a superioridade de rede e a vantagem de preços que ela traz, as operadoras vão continuar a investir em suas redes de atualização para 4,5 e, eventualmente, 5G. Continuarão também com a modernização da rede na combinação e atualização das redes fixo-móvel.

Os prestadores de serviços de fibra vão continuar a investir em suas redes para responder à crescente demanda de alta velocidade. Se não, eles poderão ser ameaçados por empresas de redes alternativas.

Em 2017, as operadoras continuarão a promover estratégias convergentes, como uma ferramenta de retenção. A Telefónica viu sua taxa de churn de contratos móveis cair de 1,8% (em dezembro de 2012) um mês depois de seu lançamento de Fusion em novembro daquele ano para 1,3% de sua base de clientes de Fusion, em setembro de 2016. A operadora holandesa KPN informou, em seus resultados de setembro, que mais da metade (53%) de todos os seus clientes pós-pagos de marca já faziam parte de um pacote fixo-móvel versus 41% no ano anterior. As operadoras de TV a cabo estão migrando para o celular, com o anúncio mais recente vindo da Sky sobre o lançamento da Sky Mobile, transformando-se em um provedor de serviços quad-play. Aparentemente a convergência também pode impulsionar a atividade de fusões e aquisições, uma vez que os órgãos reguladores parecem apoiar esses tipos de negociações como mostra, por exemplo, as fusões entre a britânica BT-EE e holandesa Vodafone-Ziggo. Resta saber se em 2017 os fornecedores de serviços conseguirão conquistar uma vantagem competitiva vendendo suas ofertas convergentes de clientes 4G ou combinando-os dentro de um pacote.

Digital está fazendo a diferença com o cliente no foco

A Transformação Digital significa que a diminuição de tempo para chegar ao mercado é vital, já que quando um prestador de serviços lança um serviço que é bem-sucedido, outros irão segui-lo. Durante o 2017, os prestadores de serviços irão consolidar seu foco nos serviços digitais como um meio de crescimento que, segundo o Gartner, atualmente representa apenas entre 10% e 15% da receita total. Desse total, os serviços empresariais responderão de 75% a 80% e os serviços ao consumidor por 20% a 25%.

Uma empresa cuja transformação está dando frutos é a Telefónica, que pretende se tornar a “Onlife Telco”. Em relação à forma como a empresa pretende atingir esse objetivo, informa o Presidente Eduardo Navarro, “precisaríamos mudar o foco das ofertas como voz para a conectividade que atenderá a evolução para o consumo e a geração de dados … e, nesta nova era, a agentes de mudança são a Internet, a nuvem, big data, redes sociais e os smartphones. Conectividade tornou-se o nosso novo oxigênio. “Já os serviços digitais da Telefónica (vídeo, nuvem, e-health, segurança e M2M) cresceram na medida em que contribuíram com mais de 10% da receita total da empresa no terceiro trimestre de 2016, com a expectativa de que ela continue crescendo 20 % ano a ano.

Outro transformador promissor é a Orange, cujo plano estratégico Essentials2020 estabelece a tarefa de garantir que a empresa estará lá para conectar cada indivíduo com o que é essencial para ele. Para fazer isso, eles estão comprometidos com a concepção de serviços digitais que permitem aos seus clientes desfrutar com segurança do que consideram essencial e oferecer uma experiência diária única. Em última análise, a empresa pretende obter receitas de Digital na ordem de 1 bilhão de Euros.

Digite geração C … e inteligência artificial

Comportamentos de clientes e modelos de negócios que eram impensáveis há uma década são agora comuns, chegando mesmo a mudar a maneira como nos relacionamos uns com os outros. Evan Spiegel, CEO da Snap Inc., empresa que desempenhou um papel importante nesta mudança, capturou o fenômeno dizendo: “As pessoas se perguntam por que sua filha está tirando 10.000 fotos por dia. O que eles não percebem é que ela não está preservando imagens. Ela está falando”.

É a Geração C que está liderando o caminho para abraçar todas as coisas digitais, exigindo o empoderamento através da tecnologia e desejo de interações rápidas e intuitivas. Esta geração, que não é definida pela idade, gosta de criar, adaptar, conectar e formar comunidades. E eles estão levando a conectividade (tanto uns com os outros como com o conteúdo que consomem) para novos níveis, usando diversos dispositivos que fornecem experiências inovadoras e uber-ricas.

Portanto, não é surpreendente que a experiência digital, associada à experiência do cliente, se tornou uma área de foco principal para os prestadores de serviços – uma tendência que, sem dúvida, continuará. Por exemplo: a Orange espera que 50% de todas as interações com os clientes em toda a Europa sejam feitas via canais digitais até 2018. A Telefónica pretende que 100% das interações com os clientes sejam digitais por meio de sua marca Tuenti.

A VimpelCom está construindo sua estratégia digital a partir da experiência do cliente, começando primeiramente com o consumidor. Eles estão remodelando seus processos de clientes para se tornarem “fáceis de entrar e de sair”, permitindo que esses testem os serviços primeiro ou os ativem e desativem sem estarem vinculados a um contrato. Novos serviços e produtos são incorporados através de uma das três abordagens: parceria, aquisição ou construção – o que parecer ser o mais apropriado e rápido para abrir novos fluxos de receita.

Em outro aceno para a Geração C, as operadoras estão agora começando a fazer experimentos om as tecnologias emergentes de IA (inteligência artificial), a fim de aumentar o engajamento do cliente. Esse tipo de engajamento, por meio de canais digitais, está em alta demanda, especialmente por meio de mensagens. Além disso, o uso generalizado de assistentes de clientes virtuais em call centers e em toda a mídia social deve crescer. De acordo com o Gartner, a mensageria do consumidor está prestes a ultrapassar a mídia social como ponto de origem para o suporte ao cliente, enquanto o uso de assistentes de clientes virtuais vai aumentar dez vezes até 2020. Esses assistentes serão implantados em vários canais de engajamento e em vários dispositivos, a fim de fornecer interações contextuais e personalizadas.

Eles também irão fornecer aos prestadores de serviços mais eficiência através da sua capacidade de escala, bem como custos reduzidos (assistentes virtuais podem trabalhar 24/7 sem ficarem cansados ou doentes). Uma pioneira nessa área, a Kyivstar Ucrânia lançou um Facebook Messenger chatbot chamado “Zoryana”, em julho, que responde consultas de clientes em russo e ucraniano, e tem uma base de conhecimento que cresce com base em suas interações.

Assistentes de cliente virtual

O que exatamente são assistentes de cliente virtual? O Gartner define um assistente de cliente virtual (VCA) como um aplicativo de negócios que simula uma conversa para fornecer informações e, se avançado, toma medidas em nome do cliente para realizar transações. O engajamento com um VCA é possível através web, do SMS, das aplicações do messaging do consumidor, dos apps móveis, das comunidades peer to peer, dos quiosques e de outras interfaces baseada em web ou móveis, sendo que o contato é feito por texto. Um VCA pode suportar engajamento baseado em fala e texto em situações onde o processamento de voz está habilitado. O VCA conta com repositórios de conhecimento e tecnologias de processamento de linguagem natural (PNL). Em alguns cenários de serviços, a combinação de tecnologia de voz e VCA fornece uma forte proposta de atendimento ao cliente. De acordo com a ABI Research, apenas os operadores móveis dedicarão mais de US $ 50 bilhões em análises de dados e de aprendizado de dados nos próximos cinco anos para melhorar o desempenho do negócio, incluindo o desempenho em rede, gerenciamento em tempo real, vendas, marketing e experiência do cliente.

Última palavra

As operadoras, agora mais do que nunca, têm a oportunidade de fornecer uma experiência digital simplificada. Se aproveitarem ao máximo seus ativos de rede, sua base de clientes, insights de dados e, também, trabalhando com parceiros, eles poderão se tornar ainda mais importantes para o dia-a-dia de seus clientes.

Fonte: Digital Network

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