Checklist para a adoção de Cloud Computing.

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPDez itens devem ser verificados antes da decisão de migrar

Se sua empresa não usa cloud computing como parte das operações diárias, há uma boa chance de o modelo invadir a companhia nos próximos anos. 

 Um dos principais benefícios da nuvem é a sua capacidade para a terceirização da infraestrutura e da gestão de aplicações complexas e serviços de dados, permitindo que os gerentes de data centers adquiram ciclos de computação e capacidade de armazenamento de uma forma mais granular, sob demanda. Em vez de gastar capital a granel com grandes servidores e soluções de armazenamento, você pode comprar tempo de computador com base no uso real de ciclos de CPU e a quantidade de gigabytes ou terabytes utilizados no armazenamento.

Migrar dados críticos e aplicações para a nuvem pode ser significativamente mais rentável do que manter o hardware nas instalações da empresa. Como seus dados são armazenados na infraestrutura do provedor de serviços, não há necessidade de investir na compra de equipamento, manutenção ou atualização do servidor.

Além disso, como os dados e o software estão sob responsabilidade de um provedor, a companhia contratante pode diminuir o número de funcionários de TI ou contratados necessários para manter o hardware on premise funcionando, direcionando-os para atividades mais estratégicas que agreguem valor aos negócios.

Ao migrar os dados da companhia para uma empresa especializada no fornecimento de soluções de computação em nuvem, a organização não está apenas investindo em uma solução de armazenamento off-site, mas também comprando um pouco de tranquilidade.

Isso porque, provedores de soluções em nuvem como Amazon, IBM, Cisco e Microsoft contam com funcionários treinados prontos para responder a emergências, frustrações e fracassos 24 horas por dia, 365 dias do ano, garantindo que companhia e funcionários tenham acesso a arquivos e aplicações de negócio. Além disso, eles dão a assistência necessária quando solicitados.

Por padrão, a computação em nuvem oferece uma solução de backup instantânea fora do local em que está rodando. Em casos de desastres no escritório, por exemplo, a continuidade dos negócios será assegurada, graças ao fato de que as informações são replicadas para outro local.

Ter uma solução de computação em nuvem significa também poder crescer rapidamente para atender às demandas de funcionários e clientes é uma obrigação. Conforme os negócios crescem, a solução baseada na nuvem pode ser rapidamente escalada para atender às crescentes necessidades.

Essa movimentação pode ser especialmente importante para empresas que dependem de vendas na web como representatividade significativa da receita. A falta de capacidade do servidor pode rapidamente resultar em vendas perdidas.

Em essência, a nuvem muda a sua estrutura de custos e gestão de TI a partir da compra de equipamentos, contratação de profissionais e operação de datacenters internos para um paradigma orientada a serviços em que você compra apenas o que você precisa quando você precisa. Torna-se problema de outra pessoa certificar-se que tudo está seguro, disponível e confiável.

No entanto, há sempre vantagens e desvantagens em entregar o controle de sua TI para outra pessoa. Você precisa ter certeza de que vale a pena, e que funciona.

Aqui estão dez itens para verificar antes de adotar a nuvem:

1) O contrato é bom o suficiente para protegê-lo, não importa o que acontecer com o fornecedor nuvem?

2) O que acontece se e quando o provedor falhar?

3) Como você pode mudar de fornecedores e mover os dados se quiser deixar o serviço?

4) Você conhece seus atuais custos internos, e vai migrar para a nuvem para reduzi-los?

5) Existe alguma flexibilidade na capacidade de escolher produtos de fornecedores específicos, ou você está preso ao que é oferecido?

6) Se o seu desejo é a terceirização de armazenamento, existem preocupações com o desempenho?

7) Se houver preocupações, existem garantias?

8) E quanto à segurança dados e à criptografia?

9) Se você estará em um ambiente multi-tenant, haverá algum isolamento lógico ou físico?

10) Quais aspectos de confiabilidade estão implementados e disponíveis? Existe uma escala baseada em custo RAS para confiabilidade, disponibilidade, escalabilidade, ou todo mundo tem a mesma solução?

Tudo isso é importante para começar a avaliar se a computação em nuvem faz sentido para a sua organização.

Fonte: Digital Network

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Pare e pense duas vezes sobre sua próxima solicitação de TI

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPA tecnologia se tornou tão entrelaçada a nossas vidas, tanto no trabalho como fora dele, que tudo isso é perfeitamente natural para nós. Sequer pensamos mais nela. Como consequência, muitas vezes deixamos de pensar nos supervisores de tudo, os profissionais que trabalham nos bastidores

Poucos teriam previsto a predominância da tecnologia em nosso mundo moderno. Passe por qualquer área pública hoje em dia — ruas, supermercados, shoppings, casas de show, cafeterias — e tente encontrar alguém (geralmente, muitas pessoas) que não esteja usando um smartphone, tablet ou laptop para trabalhar, jogar, ou uma combinação dos dois. E nós não só levamos uma tecnologia muito avançada conosco quase para todos os lugares aonde vamos, como ela é parte do funcionamento interno de muitas construções graças à Internet das coisas (IoT, Internet of Things) que fornece segurança predial, sistemas de energia e até mesmo o cafezinho do escritório para redes empresariais. Além disso, temos aquela coisinha chamada nuvem que nos permite armazenar, compartilhar e recuperar todos os arquivos concebíveis de qualquer tipo, a qualquer hora e de qualquer lugar, como nunca antes.

Ah, a conveniência da tecnologia moderna é uma maravilha.

Isso lhe parece familiar? Para aqueles que responderam “sim”, principalmente se você tende a misturar o uso da tecnologia pessoal e dos negócios, respondam a isso: você já parou para pensar nas pessoas responsáveis pela operação e manutenção da sua tecnologia em um dia qualquer?

Se você está escondendo os olhos de vergonha agora, não está sozinho.

A tecnologia se tornou tão entrelaçada a nossas vidas, tanto no trabalho como fora dele, que tudo isso é perfeitamente natural para nós. Sequer pensamos mais nela. Como consequência, muitas vezes deixamos de pensar nos supervisores de tudo, os profissionais respeitáveis que trabalham nos bastidores para que possamos acessar nossos e-mails do trabalho em dispositivos pessoais, nos conectemos a nossos projetos importantes enquanto trabalhamos de casa e acessemos nossos aplicativos da nuvem favoritos no trabalho: os profissionais de TI.

Uma simples pesquisa na internet resulta em milhares de artigos que citam como a tecnologia está inovando e transformando todos os setores, mas e quanto a como a tecnologia está inovando o setor de tecnologia? Especificamente, como toda essa tecnologia inovadora está afetando os profissionais de TI que são responsáveis por garantir que tudo funcione. A verdade é que, da mesma forma que a revolução digital facilitou nossas vidas de tantas formas, ela também tornou muito mais complexo o trabalho dos profissionais de TI.

De fato, a tecnologia está evoluindo e transformando o setor de tecnologia e impondo mais demandas sobre nossos profissionais de TI do que nunca antes. Há apenas dez anos, coisas como a nuvem e a ciência de dados eram apenas um brilho nos olhos de alguns poucos visionários. Hoje, por todos os seus benefícios, elas estão pressionando praticamente todos os profissionais de TI para que atualizem suas habilidades e mantenham os negócios funcionando com tranquilidade.

A TI está em todos os lugares
Como CTO, vi tudo isso em primeira mão e acho importante disseminar o que acontece com a profissão de TI, tanto no nível micro quanto no macro, e reconhecer que os profissionais de TI são os heróis não celebrados dos negócios, que nos ajudam até mesmo com nossa tecnologia pessoal (sim, eu confesso).

Talvez você se enquadre nessa categoria também. Afinal, uma recente pesquisa da SolarWinds com quase 500 usuários de tecnologia no Brasil descobriu que a maioria (76%) esperava que os profissionais de TI de seus empregadores garantissem a “disponibilidade e a o desempenho consistentes” de seus dispositivos pessoais conectados a redes corporativas, às quais muitos de nós conecta uma média de três vezes mais recursos tecnológicos empresariais do que há 10 anos. Pense com que frequência você acessa o e-mail do trabalho em seu iPhone pessoal, conecta o Surface no Wi-Fi da empresa ou até mesmo conecta o Fitbit no notebook da empresa.

A pesquisa também mostrou que quase nove de cada 10 pessoas (87%) esperam que os profissionais de TI de seus empregadores garantam a disponibilidade e o desempenho consistentes dos aplicativos baseados na nuvem que usam no trabalho e quase seis de cada 10 (56%) diriam que é culpa dos profissionais de TI dos empregadores que eles não possam acessar esses aplicativos baseados na nuvem. Isso apesar do fato de que, em muitos casos, esses aplicativos na nuvem não estão de forma alguma sob o controle direto de nossos profissionais de TI, são propriedade dos fornecedores de aplicativos na nuvem e gerenciados por eles. É algo a se pensar todas as vezes que você carregar documentos ou fotos para a conta do Dropbox no computador da empresa e isso demorar mais do que deveria.

Por fim, a pesquisa demonstrou que muitos de nós trabalhamos remotamente, usando e nos conectando a recursos relacionados ao trabalho fora do escritório de nossos empregadores; na verdade, mais de 3/4 (77%) dos pesquisados faz isso regularmente. Não somente isso, mas a maioria de nós (72%) espera que toda a tecnologia usada ou acessada durante o trabalho remoto funcione tão bem quanto no escritório, apesar de haver outros fatores que afetam o desempenho da tecnologia e estão completamente fora do controle dos profissionais de TI nesse caso.

Podemos dizer que, hoje mais do que nunca, a TI está em todos os lugares.

E para que ela funcione bem e tudo o mais, embora pareça algo comum e contínuo para nós, é necessária uma série de sistemas de computadores complexos — o que nós no setor chamamos de “infraestrutura” — instalados e gerenciados por profissionais de TI no decorrer de incontáveis horas, muitas vezes, bem depois que o restante de nós já encerrou o expediente.

Vamos valorizar nossos profissionais de TI
Todos merecemos ser um pouco mais valorizados pelos papéis que desempenhamos para alcançar o sucesso. 

Considerando a tremenda pressão em nossos profissionais de TI para nos capacitar durante o dia, combinada à tarefa monumental de manter-se atualizado com as mudanças que a tecnologia traz para os setores que atendem, sem contar seu próprio setor, espero que possamos agradecer juntos a todos os profissionais de TI por tudo o que eles fazem.

Referência: Digital Network

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10 tendências e tecnologias de PCs para ficar de olho em 2017

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPRealidade virtual, SSD mais caro, assistentes virtuais ativadas por voz, 4K e HDR e disputa entre AMD e Intel são alguns destaques do setor para este ano.

Apesar de alguns críticos gostarem de apontar os PCs como dinossauros, os laptops e os desktops ficaram mais rápidos e inteligentes e até mais bonitos. Para cada “tela azul da morte”, há muitas e muitas melhorias tecnológicas impulsionando os PCs para a era da realidade virtual, vídeo 4K e conectividade 5G.

Confira abaixo 10 tendências e tecnologias de PCs para ficar de olho em 2017.

PCs VR na sua cabeça

Aparelhos de realidade virtual (VR) estão disponíveis em muitos novos tamanhos e formatos, com alguns deles atuando essencialmente como PCs que cabem na sua cabeça. Dell, Asus, Acer, Lenovo e HP vão lançar headsets de realista mista, que permitirão aos usuários interagir com objetos em 3D que aparecem como imagens flutuantes se sobrepondo sobre o segundo plano da vida real.  

Os aparelhos fornecerão um novo nível de interação entre seres humanos e computadores, tornando mais divertido do que nunca o processo de criar objetos 3D, jogar games, assistir a filmes e realizar chamadas interativas com o Skype. Esses “computadores holográficos”, como estão sendo chamados, terão chips Intel, GPU integrada e provavelmente uma câmera RealSense 3D para identificar objetos, medir distâncias e fornecer novas perspectivas sobre os arredores.

Preços do armazenamento vão subir

Os precos dos SSDs (drives de estado sólido) estão subindo por conta da falta de componentes, e isso pode ter um impacto nos preços de laptops, computadores 2 em 1 e armazenamento. O Dell XPS 13, com chips Intel Kaby Lake e 512GB de SSD, por exemplo, não está disponível no momento. Outros laptops com SSDs de 512GB estão com os preços muito altos. A maioria das fabricantes de PCs está oferecendo SSDs de 128GB ou 256GB por padrão nas máquinas. Por isso, escolha seu armazenamento de maneira sábia, uma vez que não é fácil abrir um 2 em 1 ultrafino para trocar o SSD.

Fale com o seu PC

A disputa entre os assistentes ativados por voz da Apple, Amazon e  Google pode ficar mais interessante no ano que vem. Os usuários poderão gritar comandos para Cortana em PCs Windows 10 de uma distância maior, graças a uma tecnologia chamada “far-field speech recognition” em que a Microsoft e a Intel estão trabalhando. 

Até então, a Cortana funcionava melhor se um usuário estivesse perto de um PC, mas milhões de PCs Windows 10 vão se transformar em rivais diretos do Amazon Echo com esse novo recurso. A Cortana pode fazer muito mais do que o Echo, como acessar informações na nuvem, conversar com chatbots, verificar e-mails e outras tarefas.

AMD e Intel

A Intel tem sido a rainha não desafiada dos PCs há mais de uma década, mas a AMD resolveu entrar de vez na briga com o seu novo processador para PCs chamado Ryzen, que chegará aos computadores em 2017. 

Uma rivalidade saudável entre as duas gigantes será uma boa notícia para os usuários de PCs, que poderão escolher ir da Intel para a AMD. A AMD alega que o Ryzen é 40% mais rápido do que seus chips atuais para PCs, o que é algo impressionante no papel. Os chips chegarão primeiro aos PCs para games, e então laptops e desktops mais populares no final de 2017. O Ryzen vai concorrer com o Intel Kaby Lake no começo de 2017 e depois com o Cannonlake mais para o final do ano.

Laptops baseados em ARM com Windows (de novo) 

A primeira tentativa com PCs ARM, que rodavam o Windows RT, foi um belo desastre, e deixou muitos usuários céticos com a ideia. Mas a Microsoft não desistiu da ideia, especialmente com o 5G ficando mais próximo de se tornar uma realidade e a conectividade celular tornando-se essencial em PCs.

A empresa de Redmond anunciou que os PCs estarão disponíveis em 2017 com o Snapdragon 835, baseado em ARM, que é primariamente voltado para smartphones. Laptops ultrafinos receberão modems integrados e uma grande duração de bateria com o chip. Os PCs baseados em ARM vão rodar aplicações Win32 que rodam em PCs x86 padrão via emulação.

Por enquanto, nenhuma fabricante de PCs anunciou computadores Windows baseados em ARM – as empresas podem estar cautelosas por conta do fiasco do Windows RT.  Também há outros desafios. O Snapdragon não é tão rápido quanto os chips tops de linha x86 Intel ou AMD, e não irá suportar aplicativos de 64-bit inicialmente. 

Bluetooth 5

Laptops e PCs 2 em 1 virão equipados com a mais recente especificação wireless Bluetooth 5, que é um upgrade com maior velocidade e alcance do que a atual e já antiga Bluetooth 4.2. 

O Bluetooth 5 permitirá que os PCs se comuniquem sem fios com aparelhos em 400 metros de distância – mas um alcance mais razoável é de 120 metros, apontam analistas. O Bluetooth 5 vai transferir dados em velocidades de até 2Mbps, que é duas vezes mais rápido do que seu antecessor.

Telas lindas, 4K e HDR

Laptops como o XPS 13 e o Lenovo Yoga 910 possuem telas bonitas de ponta a ponta, um recurso que pode ser incluído em mais laptops no ano que vem. Além disso, telas 4K e a tecnologia HDR farão com que filmes e games tenham um visual incrível. Os resultados incluem imagens mais vivas, e TVs, câmeras e monitores com suporte para a tecnologia já estão disponíveis. 

O Netflix também está adotando HDR. E uma guerra de padrões HDR está se montando com o DolbyVision e o HBR3, mas os fabricantes de GPU estão apoiando ambos. A AMD espera que o DolbyVision saia vencedor no final das contas.

Novas tecnologias de armazenamento e memória 

O Intel Optane, um substituto ultrarrápido de SSD e DRAM que poderia vir a unificar memória e armazenamento, pode causar uma mudança radical na arquitetura dos PCs.

Mas isso não acontecerá daqui pelo menos alguns anos, e as expectativas iniciais para o Optane são modestas. Os primeiros SSDs Optane estarão em PCs de entusiastas, e deverão custar uma pequena fortuna. Os SSDs Optane teriam alcançado velocidades até 10 vezes maiores do que os SSDs convencionais. Com o tempo, o Optane pode substituir DRAM DIMMs, com a vantagem adicional de também conseguir armazenar dados.

Mas esses SSDs não estarão em laptops no próximo ano uma vez que os usos da tecnologia ainda estão sendo explorados. O Optane é baseado em uma tecnologia chamada 3D Xpoint, que a Intel desenvolveu em parceria com a Micron. SSDs baseados na 3D Xpoint começarão a ser vendidos em 2017 sob a marca QuantX.

Mais mudanças para teclados

Nós vimos algumas mudanças interessantes para teclados neste ano. A Apple adicionou a Touch Bar ao MacBook, enquanto que a Lenovo trocou o teclado físico por um teclado virtual em um painel de entrada touch para o seu Yoga Book. A Lenovo quer levar o teclado virtual para mais Chromebooks e máquinas 2 em 1, em parte por conta da sua versatilidade. 

O painel de entrada sensível ao toque também pode ser usado para desenhos ou anotações com uma caneta stylus. A Lenovo aposta que os usuários acostumados a digitar em aparelhos móveis vão se adaptar rapidamente a esse teclado com painel touch, enquanto que os fãs de teclados físicos provavelmente não vão abraçar a ideia.

Algumas conexões não irão embora tão facilmente

As fabricantes de PC podem não ter coragem de retirar o conector de fone de ouvido e slots de cartões SD dos PCs agora, mas as entradas USB 2.0 podem estar com os dias contados. Algumas fabricantes podem também abandonar conectores de displays e outros com o crescimento do versátil USB-C, que pode ser usado para recarregar PCs e conectar telas, aparelhos de armazenamento e outros periféricos.

Fonte: Digital Network

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Quase 40% dos bancos não são capazes de diferenciar um ataque de atividades normais de clientes.

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPInstituições financeiras reconhecem que é cada vez mais difícil detectar se uma transação é fraudulenta ou verdadeira, revela pesquisa.

Os bancos e as empresas de pagamento têm dificuldades de controlar as fraudes financeiras online no atual cenário tecnológico conectado e complexo. Mais de um terço (38%) das organizações reconhecem que é cada vez mais difícil detectar se uma transação é fraudulenta ou verdadeira, revela pesquisa realizada pela Kaspersky Lab em conjunto com a B2B International.

O estudo revela que o índice de fraudes online acompanha o aumento do número de transações online, e 50% das organizações de serviços financeiros pesquisadas acreditam que há um crescimento das fraudes financeiras eletrônicas. Esse avanço, juntamente com o crescimento massivo dos pagamentos eletrônicos combinado aos novos avanços tecnológicos e às mudanças nas demandas corporativas, tem forçado muitas delas a melhorar a eficiência de seus processos de negócios nos últimos anos.

A pesquisa mostra que 41% das empresas implementaram uma solução de segurança cibernética interna, e 45% contam com uma solução de terceiros, como do banco, para reduzir os riscos. Entretanto, 46% das empresas implementaram uma solução parcial ou não implementaram nenhuma solução contra fraudes financeiras. Dentre as organizações financeiras, apenas 57% têm uma solução de segurança especializada antifraude.

De acordo com esses resultados, cerca de metade das organizações que atuam no campo de pagamentos eletrônicos usa soluções não especializadas que, segundo as estatísticas, não são confiáveis contra fraude, e apresentam uma grande porcentagem de falsos positivos. O uso incorreto dos sistemas de segurança também pode acarretar o bloqueio de transações. Também vale notar que o desvio de pagamentos pode causar perda de clientes e, em última instância, uma redução nos lucros. Portanto, esse é um problema crítico para todas as empresas.

Mas a fraude não é o único problema. As instituições financeiras precisam reduzir o número de alarmes falsos em seus sistemas a fim de fornecer o melhor atendimento ao cliente possível. “Com a diversidade de dispositivos e protocolos de comunicação, juntamente com o crescimento exponencial das tecnologias de segurança, incluindo vários tipos de monitoramento, detecção e prevenção, chegamos à uma situação onde muitos adquiriram uma espécie de cegueira digital. Isso acontece porque há uma enorme quantidade de dados. A tarefa mais difícil é identificar entre os dados aqueles que realmente representam um valor e que permitem detectar ataques em redes de instituições e máquinas dos clientes. E muitas tecnologias modernas, que se denominam ‘de ponta’, na verdade servem pouco e são obsoletos”, observa Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Fonte: Digital Network

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2017, o ano da Computação sem Servidor.

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPAfinal, Serverless é de fato algo fundamentalmente diferente, ou apenas uma tendência para fãs da nuvem?

Recentemente, um tema passou a dominar as rodas de conversas: Serverless Computing (Computação sem servidor). O que faz deste um momento oportuno para refletir um pouco sobre algo que muitos técnicos já consideram tão grande quanto o advento da virtualização.

Sem servidor, para aqueles desacostumados com o termo, também é conhecido como infraestrutura orientada a eventos. Essencialmente, ela difere fundamentalmente de abordagens anteriores em relação à infraestrutura (servidores físicos e virtuais e containers). Em vez de pensar na infraestrutura como uma série de unidades cada vez mais compactas de computação, o novo modelo pensa em entradas e ações.

Em arquiteturas sem servidor, em vez de articular um “Eu quero alcançar um resultado daí eu preciso criar uma unidade de computação”, parte-se do paradigma de que “esta entrada ocorre e, portanto, esta ação será executada. Significa dizer que p modelo Serverless é totalmente focado na saída em vez de nos meios para a saída.

É por esta razão que muitas pessoas têm sugerido, talvez com certo exagero, que Serverless muda completamente o jogo.

Refleti muito sobre isso ao falar com uma empresa de capital de risco que buscava conselhos sobre um potencial investimento no mercado de computação sem servidor. A referida empresa de VC estava preocupada com o fato do movimento em direção ao modelo sem servidor ser ainda muito precoce, inviabilizando maior clareza quanto à rapidez com que o modelo poderia vir a ser adotado pelas empresas. E, uma vez que as empresas de capital de risco são todas sobre mercados endereçáveis e demandas do mercado, esse cenário vinha sendo um obstáculo para um potencial investimento.

Compreendi a reticência dos investidores, mas mesmo considerando a falta de evidências empíricas, me pareceu que a aposta no modelo sem servidor é válida.

Coincidentemente, quase ao mesmo tempo em que eu estava tendo essas conversas, recebi um e-mail de Sirish Raghuram, CEO da Platform 9, uma empresa que oferece serviços em torno de projetos de código aberto como OpenStack e Kubernetes. Raghuram queria me dar sua opinião sobre as tendências deste ano. Em particular, ele vê 2017 como o ano no qual o modelo Serverless começará a ganhar impulso.

 “Veremos tecnologias sem servidor ganharem tração em 2017. A adoção será liderada pelas mesmas comunidades de DevOps voltadas para o futuro que têm defendido tecnologias de containers, como fez a comunidade Kubernetes em 2016”, afirma Raghuram.

É claro que a afirmação é típica deste período do ano. Na última década, em janeiro, nos acostumamos a ouvir que o ano recém iniciado seria definitivo para a consolidação e uma nova abordagem (Cloud, SDN, Docker, Kubernetes, etc).

A diferença com Serveless, na minha opinião, é que não se trata simplesmente de uma nova maneira de empacotar algo já existente. Estamos diante de uma maneira fundamentalmente nova de olhar para os problemas em torno da criação e manutenção de aplicações. Raghuram sugeriu que a maré crescente de bots será o vetor de aceleração do modelo serverless. Uma espécia de gatilho para sua adoção. Assistiremos a uma profusão de bots que se integram com vários sistemas usando webhooks. Uma abordagem sem servidor torna isso incrivelmente natural e fácil de ser feito.

Serveless também beneficia a aposta na construção de containers, por meio de gerenciamento mais fácil e mais rápido, liberando os técnicos de terem que entender profundamente esse ou aquele sistema de orquestração.

Tudo isso me leva a crer que a adoção do modelo Serverless será rápida. Isso também me leva a questionar o prognóstico de 2017 para um número de empresas e iniciativas, em particular Docker, que, indiscutivelmente, não conseguiram alavancar a atenção inicial que trouxeram para os containers e estão, agora, em risco de serem inundadas por tendências duplas – soluções de gerenciamento de containers de código aberto como Kubernetes e uma atitude do tipo “esqueça os servidores”, pregada pelos fornecedores de soluções sem servidor.

Há um monte de tendências emergentes acontecendo simultaneamente na área de infraestrutura – containerization, OpenStack, demanda por agilidade e similares – e acredito que todas vão aumentar a taxa de adoção para abordagens sem servidor.

Fonte: Digital Network

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Smartphone reduz concentração e afeta produtividade, atesta pesquisa.

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPExperimento financiado pela Kaspersky estabelece correlação entre produtividade e distância das pessoas e para iPhones e Androids.

Inegável: smartphones ajudam a manter o contato com colegas, controlar mensagens e realizar tarefas urgentes de qualquer lugar a qualquer momento. Porém, esses aparelhos estão tornando as pessoas menos produtivas nos escritórios. Pelo menos, é o que sustenta um novo experimento psicológico financiado pela Kaspersky.

O estudo estabeleceu uma correlação entre os níveis de produtividade e a distância entre os participantes e seus iPhones e Androids. Com os dispositivos longe, o desempenho dos participantes foi 26% melhor. O experimento testou o comportamento de 95 pessoas com idades entre 19 e 56 anos nos laboratórios das Universidades de Würzburg e Nottingham Trent.

Os pesquisadores solicitaram que os participantes fizessem um teste de concentração em quatro situações diferentes: com o aparelho no bolso, sobre a mesa, trancado em uma gaveta e mantido fora da sala.

Os resultados foram significativamente mais baixos quando o smartphone estava sobre a mesa, e cada distância adicional imposta entre os participantes e seus dispositivos, aumentou o desempenho no teste. No geral, os resultados do teste foram 26% melhores quando os telefones ficavam fora da sala.

Ao contrário das expectativas, a ausência dos smartphones não causou tensão nos participantes, uma vez que os níveis de ansiedade foram consistentes em todos os experimentos.

Porém, no geral, as mulheres ficaram mais ansiosas que os homens, o que levou os pesquisadores a concluir que os níveis de ansiedade no trabalho não são afetados pelos smartphones (ou por sua ausência), mas podem depender do sexo da pessoa.

“Estudos anteriores mostraram que, por um lado, a distância do smartphone tem um impacto emocional negativo, como o aumento da ansiedade. Mas, por outro lado, as pesquisas também demonstraram que a presença do smartphone pode ser um fator de distração. Em outras palavras, tanto a presença quanto a ausência do smartphone podem prejudicar a concentração”, diz Jens Binder, da Universidade de Nottingham Trent.

Astrid Carolus, da Universidade de Würzburg, acrescenta que, de forma geral, as conclusões tiradas a partir do experimento indicam que a ausência do smartphone melhora a concentração, mais do que sua presença.

Os resultados do experimento correspondem às descobertas de uma pesquisa anterior, intitulada “Digital Amnesia at Work” (Amnésia Digital no trabalho). Nessa pesquisa, a Kaspersky Lab demonstrou que os dispositivos digitais podem ter impacto negativo sobre os níveis de concentração. Ela revelou, por exemplo, que a inclusão de notas em dispositivos digitais durante reuniões reduz o nível de entendimento do que está acontecendo no ambiente.

“Embora a proibição de dispositivos digitais no trabalho não seja uma opção real, essas descobertas, associadas às do estudo Digital Amnesia at Work, dão as empresas uma ideia de como melhorar sua produtividade”, observa o documento da provedora de tecnologias de segurança.

Segundo a companhia, em vez de esperar ter acesso permanente a seus smartphones, a produtividade dos funcionários pode ser incrementada se eles tiverem um período exclusivo ‘sem o smartphone’.

“Um modo de fazer isso é impor ‘regras de reuniões’, como a proibição de celulares e computadores no ambiente normal de trabalho”, diz Cláudio Martinelli, diretor geral da Kaspersky Lab Brasil. “As empresas também devem estar cientes de que, no cenário totalmente conectado de hoje, um nível reduzido de concentração pode gerar problemas de segurança”.

Referência: Digital Network

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Previsões para 2017: FaaS, Contêineres, TI híbrida e muito mais

BR&M Tecnologia, OUTSOURCING de Infraestrutura e Suporte em projetos de ERPA cada ano que passa, fica mais interessante observar e dissecar a tecnologia, e 2016 não foi uma exceção. Mas estamos aqui para discutir a tecnologia da informação em 2017 e, na SolarWinds, esperamos que seja um ano empolgante. Isto é o que acreditamos que acontecerá.

1 – Abra espaço, SaaS: FaaS ganha velocidade
Os provedores de serviço de nuvem líderes do setor apresentaram uma nova forma de trabalhar na nuvem: Funções como serviço (FaaS). Essa nova categoria de computação em nuvem permite que os clientes desenvolvam, executem e gerenciem funcionalidades de aplicativos sem a dor de cabeça de arquitetar e supervisionar a infraestrutura de backend.

Lançado em 2014 pela AWS Lambda (embora nos últimos anos, soluções similares tenham sido oferecidas por Azure e Google Cloud Platform), o serviço é usado geralmente para criar aplicativos de microsserviços. Seu objetivo é reduzir a barreira do consumo para linguagens de programação desacoplando a arquitetura da plataforma, permitindo que profissionais de TI desenvolvam programas para realizar tarefas específicas sem infraestruturas adicionais. O surgimento de um novo capítulo na computação em nuvem sinaliza o ganho contínuo de maturidade do mercado de nuvem desde suas raízes como infraestrutura como serviço até PaaS, SaaS, FaaS e tecnologias posteriores.

Prevemos que, em 2017, mais serviços especializados, como FaaS, continuarão a proliferar, devido à eficiência direcionada que leva a uma melhor experiência e a uma estrutura de preços aprimorada. A capacidade de executar quase qualquer tipo de aplicativo ou função, sem nenhuma administração de infraestrutura pelo profissional de TI, é bastante atraente. Novos serviços provavelmente se concentrarão nesses benefícios.

2 – Clareza sobre contêineres
Contêineres de empresas como Google, Docker, CoreOS e Joyent continuarão a ser uma importante área de discussão no espaço da computação em nuvem. No ano passado, organizações em todos os principais setores, desde finanças até comércio eletrônico, demonstraram interesse em contêineres como um novo método empolgante de operar a virtualização de sistemas. Entretanto, esse maior conhecimento do setor levou a uma onda de adoção rápida sem a compreensão fundamental das diferenças entre contêineres e máquinas virtuais.

Apesar de muitos usuários iniciais os implementarem assim, os contêineres não são substitutos essenciais das máquinas virtuais. Em poucas palavras, um contêiner consiste em todo um ambiente de tempo de execução — um aplicativo, suas dependências, bibliotecas e outros binários e os arquivos de configuração necessários à sua execução — em um único pacote projetado para uso leve e de curto prazo. Quando implementados corretamente, os contêineres possibilitam ambientes de desenvolvimento muito mais ágeis e portáteis.

Prevemos que, em 2017, os departamentos de TI em geral finalmente compreenderão melhor os conceitos fundamentais da tecnologia de contêiner e como eles podem ser utilizados de forma realista e adequada para operações de TI ao lado da infraestrutura virtual. Por exemplo, ao empacotar cargas de trabalho em contêineres, que podem ser criados muito rapidamente em outras plataformas de fornecedor se necessário, os profissionais de TI podem reaver parte do elemento de gerenciamento e controle dos SLAs de infraestrutura de nuvem pública. Os adeptos iniciais que implementaram a conteinerização nos últimos anos, provavelmente sem uma estratégia específica em mente, também precisarão reavaliar suas implantações iniciais para determinar se estão percebendo algum benefício significativo.

A proliferação de contêineres como uma estratégia de computação nos departamentos de TI causará maiores preocupações com a segurança — como o risco de vários contêineres sofrerem ataques de hackers por meio de um único núcleo de sistema operacional de host e, de forma similar a VMs, se espalharem — e a necessidade de profissionais de TI que sejam habilidosos em codificar linguagens específicas relacionadas à conteinerização.

3 – Violações de dados em alta (novamente)
Parece que violações de dados sempre nos vêm à mente em previsões para o próximo ano, mas a preocupação cresce com o passar do tempo. Só no mês passado, houve o anúncio de que, em 2014, a Yahoo! foi vítima da maior violação de dados da história, perdendo dados pessoais de usuários de quase 500 milhões de contas para os invasores. Essa tendência não mostra nenhum sinal de desacelerar.

Prevemos que, em 2017, haverá aumentos exponenciais no volume e na visibilidade das violações de dados, particularmente para grandes corporações.

No próximo ano, mais empresas também começarão a avaliar o volume e a gravidades desses ataques sobre os dados. Para combatê-los, prevemos uma nova safra de empresas de segurança de informações ingressando no mercado para fornecer orientação sobre o teste de penetração e outros conhecimentos especializados sobre segurança.

Ao mesmo tempo, esse aumento nas violações de dados obrigará as organizações a avaliarem as implicações da possível perda de dados em relação ao gasto de contratar especialistas em segurança. Em muitos casos, em 2017 as empresas escolherão assumir um risco calculado sobre o que podem “se dispor a perder” em vez do que custa evitar totalmente a perda de dados. Essa resposta será especialmente verdadeira no caso de ataques de ransomware, nos quais é quase impossível garantir que os hackers não vazarão ou revelarão os dados roubados mesmo após terem recebido o pagamento do “resgate”.

Por fim, as corporações e os profissionais de TI devem ficar muito atentos à maior capacidade dos invasores de aproveitarem a automação. A velocidade e a facilidade com que uma violação de rede automatizada pode ocorrer são algo novo e acabarão contribuindo para tornar as violações de dados corporativos uma coisa ainda mais comum em 2017.

4 – Blockchain: usar ou não usar?
Blockchain, uma tecnologia de contabilidade ponto a ponto que começou com o bitcoin, ganhou a atenção das instituições financeiras há alguns anos, mas, em 2016, a tecnologia se expandiu além dos limites do setor. Numa época em que as empresas estão tendo dificuldades em lidar com o gerenciamento e a segurança dos dados, o blockchain fornece uma solução aparentemente perfeita. Os casos de uso de cadeia de fornecimento, por exemplo, estão agora sendo testados e implementados para garantir a segurança e a integridade das informações associadas a esses processos.

Em 2016, um grande número de empresas – em especial, financeiras e organizações – começou a testar o blockchain em ambientes de laboratório, mas, apesar disso, poucas o estão usando na prática. Um dos obstáculos é o consenso em torno de um protocolo comum, que ainda precisa acontecer. O outro obstáculo, é claro, resulta da falta de práticas de segurança comprovadas, principalmente para organizações financeiras.

Prevemos que, em 2017, o blockchain ganhará força como palavra da moda e muito mais pesquisas serão direcionadas à tecnologia e à sua funcionalidade, embora seja improvável a possibilidade de implementar prontamente algum novo recurso significativo. Entretanto, 2018 demonstrará ser muito mais ativo quanto à descoberta pelas empresas de formas de aproveitar a tecnologia de contabilidade de dados para resolver problemas de gerenciamento de dados.

5 – Mudança das funções de TI
Como as funções de TI tradicionais baseadas em silo — administradores de rede, administradores de armazenamento, administradores de sistemas, administradores de banco de dados e outros — continuam a assumir novas responsabilidades, como o trabalho com provedores de serviço de nuvem em ambientes híbridos, a implementação de novas tecnologias, como contêineres e microsserviços, e a atuação como contato de TI com líderes de negócios, o ano de 2017 sinaliza o retorno da era da educação e da certificação.

A capacidade de aprender rapidamente novos conceitos e habilidades de TI será mais importante do que ser especialista em qualquer tecnologia isolada. Embora os especialistas em silos que gerenciam partes separadas da infraestrutura e da pilha de aplicativos tenham desempenhado um papel fundamental no departamento de TI tradicional, o data center moderno está mais interconectado do que nunca. Como resultado, os generalistas de TI – que conhecem um pouco de tudo e têm um entendimento holístico da pilha de aplicativos, podendo tomar decisões rápidas e informadas sobre a nova tecnologia – serão particularmente bem-sucedidos em 2017 e nos anos seguintes.

Mais especificamente, a introdução de novas tecnologias baseadas em máquina ao lado da adoção continuada de uma cultura de DevOps, que incentiva um departamento de TI não estruturado em silos, exigirão que os profissionais de TI se concentrem no desenvolvimento de novos conjuntos de habilidades e certificações para operar e gerenciar data centers de última geração:

· O ataque das máquinasA integração das novas tecnologias baseadas em máquinas como bots e inteligência artificial, que buscam automatizar processos básicos e funções de pesquisa, vão exigir a introdução de novos processos de gerenciamento e monitoramento. Para as organizações que escolherem aproveitar essa tecnologia, os profissionais de TI devem determinar não só qual equipe ou administrador precisará ser responsável pela implantação e manutenção dessa tecnologia, mas que padrões de monitoramento devem ser aplicados, quais protocolos de segurança devem ser seguidos e assim por diante.

· DevOps: A adoção de DevOps não mostra nenhum sinal de desacelerar em 2017. Para os não iniciados, DevOps é uma cultura e mentalidade direcionada ao desenvolvimento de software em que equipes de desenvolvimento e de operação colaboram, partindo da inteligência na execução de um aplicativo para informar e aprimorar o modo como o aplicativo é construído. Na realidade, espere que a cultura de DevOps permeie ainda mais as oficinas de TI à medida que os benefícios de uma abordagem simplificada de solução de problemas, remediação e experiência de usuário final aprimorada sejam cada vez mais procurados.

6 – TI híbrida: não apenas um conceito, mas uma realidade
De acordo com McKinsey Research, as empresas relataram planos de reduzir as cargas de trabalho localizadas em ambientes no local, movendo muitas cargas de trabalho para nuvem privada dedicada, nuvem privada virtual e provedores de infraestrutura como serviço (IaaS), e o esperado é que todos eles tenham taxas de adoção maiores nos próximos anos. Não há dúvida de que a TI híbrida é a realidade para a maioria das organizações hoje e no futuro próximo. E não apenas isso, o próprio centro de tecnologia está se tornando cada vez mais híbrido. Os profissionais de TI devem começar a pensar em gerenciamento em um contexto híbrido. Mas como é isso realmente na prática?

Em 2017, os líderes de empresas decidirão quanto a soluções específicas à medida que implementam a TI híbrida. Por exemplo, eles podem escolher usar Office 365â e Skypeâ for Business ao mesmo tempo que hospedam uma solução de gerenciamento de identidade, Active Directoryâ Federated Services, no local. Como alternativa, a nuvem comprovou ser a melhor plataforma para infraestrutura de área de trabalho virtual (VDI), oferecendo às organizações a flexibilidade e a elasticidade necessárias para provisionamento e remoção do provisionamento de desktops virtuais em massa. Ao migrar essa carga de trabalho para a nuvem, a organização pode aliviar seus profissionais de TI da necessidade de gerenciar essa infraestrutura diretamente e concentrar novamente os esforços em outros projetos no local.

Ao longo dos próximos anos, os departamentos de TI devem exercitar sua responsabilidade crescente de atuar como contato tecnológico para o gerenciamento dos negócios permanecendo informados e tomando decisões inteligentes no que diz respeito à nuvem, mesmo que a decisão seja não fazer nada no futuro próximo porque não há necessidade imediata de mudança. O fundamental é criar um mapa de TI híbrida que integre a adoção da nuvem baseada em carga de trabalho e em aplicativo para alcançar um data center mais ágil, disponível, escalonável e eficiente.

Bem, é isso: um pouco do que acreditamos que acontecerá no mundo da TI em 2017. Certamente não temos uma bola de cristal, mas acreditamos que esses palpites são bem seguros.

Fonte: Digital Network

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