Empresas ainda desconhecem os benefícios da computação em nuvem.

Cloud ComputingEstudo da Oracle indica que 44% dos departamentos de TI desconhecem vantagens do uso de PaaS, como a possibilidade de criação de aplicativos rapidamente

A maioria das empresas acredita ser ágil. Mas elas estão superestimando a própria agilidade. De acordo com os resultados do estudo “Oracle Cloud Agility”, muitas organizações não conseguem gerenciar de forma flexível suas cargas de trabalho ou desenvolver, testar e lançar rapidamente novos aplicativos, o que as deixa muito mal preparadas para lidar com as ameaças competitivas.

A pesquisa ouviu 2.263 funcionários de grandes empresas globais para entender a agilidade das empresas na era da nuvem. Os resultados demonstram que 64% consideram sua organização ágil (por exemplo, capaz de se ajustar rapidamente a novas oportunidades de negócios ou implementar novos produtos ou serviços rapidamente). Analisando o Brasil, as empresas são ainda mais positivas, com 72% acreditando que suas empresas são ágeis – atrás apenas dos chineses, com 80%.

E embora estejam conscientes sobre os benefícios da agilidade, com 81% (89% no Brasil) dizendo que a agilidade para desenvolver, testar e lançar rapidamente novos aplicativos comerciais é crítica ou tem importância para o sucesso de suas empresas, muitas desconhecem como os modelos de nuvem, como Plataforma-como-Serviço (PaaS, na sigla em inglês), podem ser usados para ajudar a resolver estes desafios.

Praticamente metade das empresas (49%) pesquisadas não consegue, ou não sabe se pode mudar as cargas de trabalho entre nuvens públicas, privadas ou híbridas e migrar aplicativos instalados localmente para a nuvem. Além disso, apenas metade (50%) das empresas consegue desenvolver, testar e implementar novos aplicativos empresariais para uso em dispositivos móveis em menos de seis meses, com esse número caindo para apenas 30% em um período de um mês.

E isso, mesmo considerando a habilidade dos concorrentes em lançar serviços inovadores para os clientes mais rapidamente foi identificada como a principal ameaça pelas empresas (27%). Até 52% das empresas não possuem uma infraestrutura de TI capaz de resolver as ameaças para a competitividade, diminuindo para 47% no Brasil.

“As empresas claramente sabem que a agilidade é a chave para o sucesso, mas existe uma falta de conhecimento em torno de como, exatamente, esta agilidade pode ser conseguida por meio dos investimentos corretos em tecnologia”, disse Robert Shimp, Vice-presidente do grupo de Tecnologia para Negócios da Oracle.

“Atualmente, a PaaS habilita as empresas a criarem novos aplicativos em pouco tempo – em até duas semanas – permitindo que elas lancem novos aplicativos internos e externos mais rapidamente. Esta capacidade permite que as organizações reajam quase que instantaneamente às condições do mercado e levem seus produtos e serviços para os clientes antes da concorrência”.

Apenas 32% dos participantes dizem entender totalmente o que a PaaS é, enquanto 29% admitem não entender. No Brasil, o número de entrevistados que responderam entender totalmente as funções da Paas aumenta para 44%. Para aqueles que dizem entender parcialmente PaaS, apenas 31% citam o tempo para desenvolvimento de um aplicativo como um benefício principal, muito atrás de benefícios estratégicos como economizar custos da infraestrutura interna de TI (47%).

“A chave agora é demonstrar às empresas quão fácil é integrar esta plataforma de nuvem crítica às suas arquiteturas de TI. Sim, as economias fornecidas pela PaaS são importantes, mas ainda mais importante é a habilidade de ajudar as empresas a reduzirem o tempo de desenvolvimento de aplicativos e ajustar e integrar apps de Software como Serviço (SaaS, na sigla em ingês) de terceiros em suas empresas, permitindo que elas reajam melhor às demandas dos clientes”, disse Shimp.

Fonte: Digital Network

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Sobre Ramires, F A. Borja

Sólidos conhecimentos em: GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS - Planejamento Estratégico Empresarial; - Balanced Scorecard (BSC); - Indicadores de Performance (KPI); - Avaliação de Potencial de Mercado; - Marketing Geográfico (GIS); - Business Intelligence (BI); - Inteligência Competitiva. GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA - Planejamento Orçamentário; - Plano de Negócios; - Análise de Custo, Volume e Lucro; - Ponto de Equilíbrio e Alavancagem Operacional; - Formação e Análise de Preços; - Retorno sobre Investimentos; - EVA, MVA, EBITDA e Fluxo de Caixa Descontado; - Risco de Crédito com Credit Score.
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