Multinacionais são as maiores adeptas do Home Office no Brasil

HomeOffice (2)E há uma concentração maior nos mercados de TI, indústria Química/Petroquímica, P&D, Autoindústria, Eletroeletrônicos e Bens de Consumo

No Brasil, o perfil das empresas que adotam a prática de Home Office é de origem internacional com uma concentração de 70% junto aos mercados de TI, indústria Química/Petroquímica, P&D, Autoindústria, Eletroeletrônicos e Bens de Consumo. Já os pilares para elegibilidade adotados pelas empresas estão mais direcionados ao nível hierárquico do que propriamente às áreas específicas, sendo que 45% estendem para todos os níveis.

Os dados são de estudo recente da SAP Consultoria em Recursos Humanos, ouvindo 200 empresas nacionais e multinacionais de diferentes segmentos e regiões do país, visando identificar tendências e informações que sirvam de referência para as organizações, bem como contribuindo com as estatísticas brasileiras.

Focado na prática do Home Office, o estudo procurou mapear barreiras de implantação, principais objetivos da política, modalidades de concessão e elegibilidade, funcionamento da jornada de trabalho, custeio de despesas, controle de atividades, restrições de atuação, aspectos de contingências e ganhos de resultado, foram levantadas e apresentadas de forma consistente e analítica.

Enquadrado no modelo de trabalho flexível – mais conhecido na Europa como Smart Working e nos EUA como Workplace Flexibility – o Home Office ou teletrabalho permite “mover o trabalho para os trabalhadores, em vez de mover os trabalhadores para o trabalho”, segundo Jack M. Nilles, no livro “Fazendo do Teletrabalho uma Realidade”. No Brasil a adoção dessa modalidade ainda está em processo de construção, conforme comprovou o estudo. E das organizações que já possuem a prática, 42% têm política estruturada, sendo a maior parte delas existentes a menos de cinco anos.

Como objetivo da política, as empresas apontam, entre os principais indicadores listados, a flexibilidade no ambiente de trabalho e a melhoria na qualidade de vida. Os itens que apresentaram maior destaque em relação aos ganhos para as corporações foram a satisfação dos colaboradores envolvidos, o aumento de produtividade, a retenção dos colaboradores e o diferencial no processo de contratação.

Das empresas que não possuem a prática 83% nunca pensaram na possibilidade de implantação, alegando como principais motivos a cultura empresarial corporativa e/ou tipo de atividade a ser englobada, mostrando que existe um espaço para crescimento.

PerfildasPoliticas

Fonte: Now!Digital Business

Anúncios

Sobre Ramires, F A. Borja

Sólidos conhecimentos em: GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS - Planejamento Estratégico Empresarial; - Balanced Scorecard (BSC); - Indicadores de Performance (KPI); - Avaliação de Potencial de Mercado; - Marketing Geográfico (GIS); - Business Intelligence (BI); - Inteligência Competitiva. GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA - Planejamento Orçamentário; - Plano de Negócios; - Análise de Custo, Volume e Lucro; - Ponto de Equilíbrio e Alavancagem Operacional; - Formação e Análise de Preços; - Retorno sobre Investimentos; - EVA, MVA, EBITDA e Fluxo de Caixa Descontado; - Risco de Crédito com Credit Score.
Esse post foi publicado em Comportamento Humano e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s