Negligência e falhas são responsáveis por 64% das violações de dados

ConfidencialO custo médio por violação de dados para organizações aumentou em 23%, e passou de 2,16 milhões para 2,72 milhões de dólares em 2012

Enquanto as violações de dados causadas por ataques maliciosos ganham as manchetes, mais roubos de dados são causados ​​por negligência do empregado e falhas em computadores, de acordo com um estudo divulgado esta semana pelo Instituto Ponemon em conjunto com a Symantec.

Grande parte das violações de dados ocorridas em 2012 podem ser atribuídas à negligência ou erro humano (35%) e falhas do sistema (29%), informou o oitavo relatório anual da Ponemon sobre custo global de violação de dados. No entanto, ataques maliciosos permanecem a maior das causas de violações, com 37% do montante de intrusão.

Esses números variam por país, segundo o relatório. Por exemplo, a Alemanha teve um quase empate entre ataques maliciosos (48%) e negligência/falhas (52%). Em comparação, mais de três quartos das violações (77%) no Brasil foram atribuídas a falhas de sistema por erro humano.

“As violações de dados normalmente não são causadas por pessoas ruins”, disse em entrevista Larry Ponemon, fundador e presidente do Instituto que leva seu nome. “Normalmente são causadas por pessoas boas que cometem erros ou processos falhos.”

Um equívoco comum das organizações é que as políticas de segurança podem eliminar o erro humano, disse Tony Busseri, CEO da fabricante de soluções de segurança e identidade Route1. “Temos essa expectativa, porque há um manual de políticas e formação do núcleo, o qual as pessoas executam perfeitamente”, disse ele em uma entrevista. “Só que não é isso que acontece.”

“Nós muitas vezes nos concentramos nos norte-coreanos ou chineses ou em cibercriminosos, quando, na realidade, nós mesmos criamos a grande maioria das violações.”

Ainda de acordo com o estudo, o custo médio por violação de dados para organizações aumentou em 23%, comparando 2012 e 2011 – que passou de 2,16 milhões de dólares para 2,72 milhões no ano passado. Este montante não está relacionado com “mega brechas” que possam ter ocorrido, mas a brechas de tamanho mediano.

Por John P. Mello Jr.

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Sobre Ramires, F A. Borja

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