Maior parte dos crimes virtuais se origina de algum tipo de atividade organizada

Crimes digitais estão sendo realizados cada vez mais por grupos organizados. Uma pesquisa apontou que 80% dos ataques virtuais, como roubo de dados financeiros, por exemplo, atualmente se originam de algum tipo de atividade organizada.

De acordo com pesquisa da BAE Systems Detica, foram identificados seis tipos principais de grupos organizados, que aparecem na maioria dos casos de ataques virtuais.

Níveis de organização

O levantamento separou os grupos em duas categorias: aqueles que trabalham com um nível maior de organização e aqueles que realizam suas investidas com um nível menor de organização.

No primeiro caso, estão os hubs, extended hybrids (híbridos estendidos) e hierarchies (hierarquia); no segundo caso, estão os swarms (enxames), clustered hybrids (agrupamentos híbridos) e aggregates (agregados).

Os hubs funcionam através de um agrupamento de cibercriminoso, com a vantagem operacional de ser bem complicado penetrar o centro do hub. Os extended hybrids são menos centralizados do que os hubs, mas sua associação permite fluxos complexos de atividade criminosa.

A hierarchies é uma estrutura mais tradicional no mundo dos cibercriminosos. Essa modalidade é, inclusive, adotada por grupos legais, como o governo. Passando para os grupos menos organizados, os swarms são associações que estão concentradas com um propósito comum. Ainda possuem a vantagem operacional de, por não haver grande centralização, ser mais complicado identificar quem está no comando.

Já o clustered hybrids é formado por um pequeno número de indivíduos operando entre os espaços digital e não digital. Os aggregates, por fim, são pensados em termos mais convencionais de criminosos, como ladrões e gangues de ruas, mas que usam ferramentas digitais para continuar seus interesses.

De acordo com a pesquisa, embora os crimes organizados já venham explorando oportunidades presentes nas tecnologias desde os anos 1980, apenas agora é possível identificar as modalidades.

Por Viviam Klanfer Nunes

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Sobre Ramires, F A. Borja

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