Business Intelligence exige transformação cultural, aponta Gartner

Sua implantação não deve ser vista como a de mais um projeto de TI. Analistas da Gartner aconselham foco no fornecimento de dados às pessoas certas.

Os CIOs devem garantir que os programas de “business intelligence” (BI) são tratados como uma “transformação cultural do negócio, e não como mais um projeto de TI”, dizem os analistas do Gartner no estudo “From Business Intelligence to Intelligent Business”.

Organizações costumam usar partes importantes do BI – como a modelagem de decisão e o suporte – para garantir que todos os trabalhadores, gestores e executivos possam tomar as decisões corretas em determinadas situações de negócio. “Tradicionalmente, o BI tem sido utilizado para relatórios de desempenho a partir de dados históricos, e como uma ferramenta de planejamento e de previsão para um número relativamente pequeno de pessoas em organizações que se baseiam em dados históricos para planejar o futuro”, diz o analista do Gartner, Patrick Meehan. A antecipação de cenários futuros permite “um exame dos novos modelos de negócio, novas oportunidades de mercado e novos produtos, e cria uma cultura de oportunidade”.

O Gartner considera que usar as informações para fornecer uma visão inteligente para melhorar o desempenho empresarial é um grande desafio, mas destacou três dicas de como usar o BI para criar “negócios inteligentes”:

1- focar os esforços do BI para entregar a informação certa às pessoas certas. Aplicar uma orientação de processos de negócios para BI que ligue horizontalmente áreas funcionais e clientes e parceiros externos. O BI deve abordar todos os níveis profissionais e de gestão na organização.

2- mudar a mentalidade de mais informações para a de resposta às perguntas certas. Estimular o valor do “impacto da decisão”. O foco em um conjunto muito limitado de questões de negócio importantes irá orientar os usuários para decisões baseadas no BI que tenham o máximo impacto nas estratégias e objetivos do negócio.

3- criar equipes de projeto com base nas necessidades de informação. Essas equipes devem considerar não só quem possui os dados, mas também o interesse dos departamentos nas informações que serão geradas. Quebrando ilhas de propriedade dos dados o BI precisa fazer fluir a informação para cima e para baixo nas cadeias de gestão, bem como através das funções. As decisões de negócio com maior impacto nunca existem isoladamente, afirma o Gartner.

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Sobre Ramires, F A. Borja

Sólidos conhecimentos em: GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS - Planejamento Estratégico Empresarial; - Balanced Scorecard (BSC); - Indicadores de Performance (KPI); - Avaliação de Potencial de Mercado; - Marketing Geográfico (GIS); - Business Intelligence (BI); - Inteligência Competitiva. GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA - Planejamento Orçamentário; - Plano de Negócios; - Análise de Custo, Volume e Lucro; - Ponto de Equilíbrio e Alavancagem Operacional; - Formação e Análise de Preços; - Retorno sobre Investimentos; - EVA, MVA, EBITDA e Fluxo de Caixa Descontado; - Risco de Crédito com Credit Score.
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